sábado, 5 de setembro de 2026

📆 *07 de Setembro de 2026 (2a Feira)*

  📆 *07 de Setembro de 2026 (2a Feira)*

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*SEGUNDA-FEIRA DA XXIII SEMANA DO TEMPO COMUM* (Cor verde)*  

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😇 *Santos do dia* 

S. REGINA, VIRGEM E MÁRTIR / CLODOALDO E JOÃO DE NICOMÉDIA.

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⛪ *Antífona de entrada:*

Vós sois justo, na verdade, ó Senhor, e os vossos julgamentos são corretos. Conforme o vosso amor, Senhor, tratai-me. *(Cf. Sl 118, 137. 124)*

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☀ *Oração da Coleta*

Ó Deus, olhai com bondade os que redimistes e adotastes como filhos e filhas, e concedei aos que creem no Cristo a verdadeira liberdade e a herança eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

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📖 *1a Leitura - 1 Coríntios 5, 1-8*

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✉ Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.

Irmãos, 1é voz geral que está acontecendo, entre vós, um caso de imoralidade; e de imoralidade tal que nem entre os pagãos costuma acontecer: um dentre vós está convivendo com a própria madrasta. 

2No entanto, estais inchados de orgulho, ao invés de vestirdes luto, a fim de que fosse tirado do meio de vós aquele que assim procede?

3Pois bem, embora ausente de corpo, mas presente em espírito, eu julguei, como se estivesse aí entre vós, esse tal que tem procedido assim: 

4Em nome do Senhor Jesus — estando vós e eu espiritualmente reunidos com o poder do Senhor nosso, Jesus —, 

5entregamos tal homem a Satanás, para a ruína da carne, a fim de que o espírito seja salvo, no dia do Senhor. 

6Vós vos gloriais sem razão! Acaso ignorais que um pouco de fermento leveda a massa toda?

7Lançai fora o fermento velho, para que sejais uma massa nova, já que deveis ser sem fermento. Pois o nosso cordeiro pascal, Cristo, já está imolado.

8Assim, celebremos a festa, não com velho fermento, nem com fermento de maldade ou de perversidade, mas com os pães ázimos de pureza e de verdade.

 *Palavra do Senhor.*

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↪ *1a Leitura - 1 Coríntios 5, 1-8*

 *Reflexão - “Não podemos tapar o sol com uma peneira.”*

“Devemos ter consciência de que as nossas más ações como também as nossas boas ações têm influência na nossa família, na comunidade e no mundo onde vivemos. Não podemos “justificar” nossas iniquidades nem as dos nossos irmãos tapando o sol com uma peneira.  Quando erramos devemos reconhecer o nosso erro para mudar de vida, do contrário, com o tempo, estaremos todos sendo “farinha do mesmo saco”. As coisas vão se tornando normais e já não enxergamos o que está certo nem errado. Se as nossas atitudes são de bem estaremos contribuindo para o crescimento da nossa comunidade, se não, devemos ter consciência e optar pelo bem comum: ou nos afastar ou mudarmos de vida. “Um pouco de fermento leveda toda a massa”, portanto, precisamos, com misericórdia e firmeza, nos admoestarmos mutuamente e orarmos uns pelos outros pedindo que o Espírito Santo enfraqueça em nós o domínio da carne a fim de que o nosso espírito seja salvo para o dia do Senhor  -  Você tem alguma influência dentro da comunidade sobre os seus irmãos? – Como tem sido o seu proceder fora da comunidade: é o mesmo que você demonstra dentro dela? – Você tem consciência tranquila diante de Deus dos exemplos que você tem dado aos seus (as) amigos (as)?”

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📖 *Salmo - 5*

🗣 *Na vossa justiça guiai-me, Senhor!”*

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1⃣ Não sois um Deus a quem agrade a iniquidade, não pode o mau morar convosco; nem os ímpios poderão permanecer perante os vossos olhos.🗣

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2⃣ Detestais o que pratica a iniquidade e destruís o mentiroso. Ó Senhor, abominais o sanguinário, o perverso e enganador.🗣

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3️⃣ Mas exulte de alegria todo aquele que em vós se refugia; sob a vossa proteção se regozijem, os que amam vosso nome!🗣

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 ↪ *Salmo - 5*

 *Reflexão* - “O pecado nos afasta de Deus, nunca poderemos nos esquecer disso! As trevas não resistem à luz, portanto como o salmo anuncia, nós precisamos pedir urgentemente refúgio ao Senhor, que nos afasta da iniquidade e do mal. Sob a proteção do Senhor nós nos regozijaremos e caminharemos com firmeza, portanto, não nos esqueçamos de pedir a Ele que nos guie pelos caminhos da nossa existência.”

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🍞🍇 *Evangelho - Lucas 6, 6-11*

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 _Aleluia, aleluia, aleluia._

_Minhas ovelhas escutam minha voz, eu as conheço e elas me seguem. *(Jo 10, 27)*_

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 *Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo✝ segundo São Lucas.*

Aconteceu num dia de sábado que 6Jesus entrou na sinagoga, e começou a ensinar. Aí havia um homem cuja mão direita era seca. 

7Os mestres da Lei e os fariseus o observavam, para verem se Jesus iria curá-lo em dia de sábado, e assim encontrarem motivo para acusá-lo. 

8Jesus, porém, conhecendo seus pensamentos, disse ao homem da mão seca: “Levanta-te, e fica aqui no meio”. Ele se levantou, e ficou de pé. 

9Disse-lhes Jesus: “Eu vos pergunto: O que é permitido fazer no sábado: o bem ou o mal, salvar uma vida ou deixar que se perca?”

10Então Jesus olhou para todos os que estavam ao seu redor, e disse ao homem: “Estende a tua mão”. O homem assim o fez e sua mão ficou curada. 

11Eles ficaram com muita raiva, e começaram a discutir entre si sobre o que poderiam fazer contra Jesus.

 *Palavra da Salvação.*

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↪ *REFLEXÃO*

  *“O homem da mão seca e o esquecimento de Deus”*

“No Evangelho de hoje, Jesus está na sinagoga num dia de sábado, e ali havia um homem cuja mão direita era seca. Esse é o cenário que todos veem naquele momento; porém, existe algo que somente Jesus enxerga: o coração das pessoas. Ele percebe que os mestres da Lei e os fariseus o observavam para ver se Ele iria curar o enfermo no sábado — que era um dia de preceito —, a fim de acusá-lo. Então, conhecendo seus pensamentos maliciosos e como que os provocando, Nosso Senhor chama o homem da mão seca e coloca-o no meio de todos. Nosso Senhor, então, desmascara os pensamentos desses corações maldosos e, depois, apresenta o seu ensinamento: o amor e a caridade constituem uma Lei muito superior à mera observância exterior do sábado. Na verdade, a própria observância do sábado é um instrumento dado por Deus para que nós o amemos com verdadeiro amor e caridade e para que, evidentemente, essa caridade transborde no amor ao próximo. Aqui se manifesta a malícia desses corações que são, no fundo, corações assassinos, porque rejeitaram Jesus. O Evangelho conclui dizendo: “Eles ficaram com muita raiva, e começaram a discutir entre si sobre o que poderiam fazer contra Jesus” (Lc 6, 11). Eis o que está descrito no Evangelho, mas descrito de tal modo que conseguimos enxergar verdadeiramente o que se passava no interior daqueles homens. Aplicando, pois, essa realidade à nossa vida, precisamos considerar que nem sempre, quando fazemos coisas boas e observamos a Lei de Deus, a nossa intenção e o nosso coração estão completamente retos. Os mestres da Lei e os fariseus observavam a Lei de Deus em sua literalidade: reuniam-se na sinagoga, liam a Palavra de Deus e não trabalhavam no sábado. Apesar disso, embora exteriormente seguissem as prescrições da Lei, seus corações estavam muito afastados do Senhor, e é justamente contra isso que precisamos nos precaver— porque esse afastamento pode acontecer de forma quase imperceptível. Talvez comecemos a observar a Lei com uma intenção boa e reta, verdadeiramente por amor a Deus, mas que, pouco a pouco, nessa própria observância, vamos nos esquecendo d’Ele. Isso gradualmente nos leva a um esquecimento cada vez mais profundo da caridade, terminando por fim a transformar aquilo que Deus nos deu para nos unirmos a Ele numa espécie de sistema idolátrico, no qual vamos matando Jesus em nossos corações, como fizeram os fariseus e os mestres da Lei. Façamos, portanto, o nosso exame de consciência. Como vai a nossa vida espiritual? É uma vida realmente centrada na união com Cristo e no nosso amor por Ele? Estamos dispostos a nos desfazer de nós mesmos e a renunciar à nossa própria vontade para estarmos unidos a Nosso Senhor? Ou estamos transformando a nossa vida espiritual numa realidade cujo centro somos nós mesmos? Infelizmente, é possível termos uma vida material exteriormente boa, tranquila e religiosa, mas, ao mesmo tempo, carregar por dentro um sistema ímpio. Cristo, conhecendo os pensamentos de todos ao seu redor, disse ao homem da mão seca: “Levanta-te, e fica aqui no meio” (Lc 6, 8). E, ao fazer isso, é como se Ele colocasse no centro a nossa própria miséria e dissesse: “Veja quem você realmente é”, fazendo-nos passar pela vergonha necessária de enxergar a verdade a nosso respeito e compreender que, apesar de parecermos piedosos por fora, podemos estar nos afastando do Único Necessário: a união com Deus, que necessariamente transborda no amor ao próximo.”

*_Comentário do Evangelho: Pe. Paulo Ricardo (https://padrepauloricardo.org/)_

*_Outros Comentários: Helena Serpa (Blog: https://https://blogdasagradafamilia.blogspot.com/)_


📆 *06 de Setembro de 2026 (Domingo)*

  📆 *06 de Setembro de 2026 (Domingo)*

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*DOMINGO DA XXIII SEMANA DO TEMPO COMUM* (verde)

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😇 *Santos do dia* 

S. ZACARIAS, PROFETA / S. ONESÍFORO, DISCÍPULO DE S. PAULO / LEDO, MANSUETO, BELTRÃO E PETRÔNIO.

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⛪ *Antífona de entrada:*

Vós sois justo, na verdade, ó Senhor, e os vossos julgamentos são corretos. Conforme o vosso amor, Senhor, tratai-me. *(Cf. Sl 118, 137. 124)*

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☀ *Oração da Coleta*

Ó Deus, olhai com bondade os que redimistes e adotastes como filhos e filhas, e concedei aos que creem no Cristo a verdadeira liberdade e a herança eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

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📖 *1a Leitura - Ezequiel 33, 7-9*

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✉ Leitura da Profecia de Ezequiel.

Assim diz o Senhor: 7“Quanto a ti, filho do homem, eu te estabeleci como vigia para a casa de Israel. Logo que ouvires alguma palavra de minha boca, tu os deves advertir em meu nome. 8Se eu disser ao ímpio que ele vai morrer, e tu não lhe falares, advertindo-o a respeito de sua conduta, o ímpio vai morrer por própria culpa, mas eu te pedirei contas da sua morte. 9Mas, se advertires o ímpio a respeito de sua conduta, para que se arrependa, e ele não se arrepender, o ímpio morrerá por própria culpa, porém, tu salvarás tua vida”.

 *Palavra do Senhor.*

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↪ *1a Leitura - Ezequiel 33, 7-9*

 *Reflexão - “Somos sentinelas do reino de Deus!”* 

Assim como o profeta, todos nós somos chamados a ser sentinelas na vida daqueles por quem temos responsabilidade. Muitas vezes, entendemos de que basta nos ocuparmos com a nossa caminhada espiritual e ficamos tranquilos, pois, vivemos de acordo com os mandamentos da Lei de Deus e estamos quites com a nossa obrigação de cristãos. No entanto, a Palavra do Senhor nos adverte: “Eu te pedirei contas da morte do ímpio a quem não abristes os olhos”. Percebemos, então, que seremos cobrados por todas as vezes em que nos omitirmos e deixarmos de lado a salvação dos nossos irmãos e irmãs. Quem ama, chama, adverte, exorta, abre os olhos e mostra os erros.  Deus nos estabeleceu como vigias para o Seu povo e somos sentinelas do reino, por isso, precisamos nos colocar à sua disposição e estar atentos às necessidades do povo de Deus onde quer que estejamos. Na nossa família, no trabalho, no mundo, na comunidade, não podemos nos excluir.  Abramos, pois, os nossos olhos e estejamos prevenidos, para quando chegar a hora de prestar contas com Deus pela vida ou morte das pessoas com quem convivemos não sejamos pegos de surpresa. - Você tem tido coragem de admoestar os seus amigos quando estes erram? - Você acha que tem responsabilidade com aqueles com quem convive? – Você tem sido sentinela de Deus na sua casa?”

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📖 *Salmo - Sl 94(95), 1-2. 6-7. 8-9 (R. 8)*

🗣 *“Não fecheis o coração, ouvi, hoje, a voz de Deus!”*

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1⃣ Vinde, exultemos de alegria no Senhor, aclamemos o Rochedo que nos salva! Ao seu encontro caminhemos com louvores, e com cantos de alegria o celebremos!🗣

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2⃣ Vinde, adoremos e prostremo-nos por terra, e ajoelhemos ante o Deus que nos criou! Porque ele é o nosso Deus, nosso Pastor, e nós somos o seu povo e seu rebanho, as ovelhas que conduz com sua mão.🗣

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3⃣ Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: “Não fecheis os corações como em Meriba, como em Massa, no deserto, aquele dia, em que outrora vossos pais me provocaram, apesar de terem visto as minhas obras”.🗣
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↪ *Salmo - Sl 94(95), 1-2. 6-7. 8-9 (R. 8)*

 *Reflexão* - “Muitas vezes nós fechamos os nossos olhos e não conseguimos enxergar os prodígios do Senhor no nosso meio. Por isso, somos mal agradecidos (as) e lentos (as) em reconhecer a Sua grandeza e Seu  poder na nossa vida. O salmista nos conclama a mantermos o nosso coração aberto e grato em adoração e louvor e a ajoelharmo-nos diante do nosso Deus que nos criou. Não devemos seguir o exemplo das pessoas obstinadas que rejeitam o amor de Deus quando não O reconhecem como Senhor e Salvador.?”

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📖 *2a Leitura - Romanos 13, 8=10*

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✉ Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.

Irmãos: 8não fiqueis devendo nada a ninguém, a não ser o amor mútuo, pois quem ama o próximo está cumprindo a Lei. 9De fato, os mandamentos: “Não cometerás adultério”, “Não matarás”, “Não roubarás”, “Não cobiçarás”, e qualquer outro mandamento, se resumem neste: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”. 10O amor não faz nenhum mal contra o próximo. Portanto, o amor é o cumprimento perfeito da Lei.

*Palavra do Senhor.*

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↪ *2a Leitura - Romanos 13, 8=10*

 *Reflexão - “O amor vem de Deus!”*

“São Paulo nos revela que o amor é o cumprimento perfeito da lei de Deus e que amar é a nossa maior responsabilidade. Não precisamos nos preocupar em fazer coisas certinhas e dentro de regras estabelecidas. Somente as nossas ações concretas de amor serão a prova de que estamos cumprindo toda a Lei. Não matar, não roubar, não adulterar, não cobiçar, significam, amar, pois, quem ama, não cultiva estas coisas. O amor vem de Deus e Ele não quer o mal para ninguém, portanto, nós também não podemos praticar nada que seja contrário ao pensamento d’Aquele que nos motiva a amar. Para que possamos cumprir o mandamento AMARÁS AO TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO, precisamos, primeiramente, amar a nós mesmos. Quem não ama a si mesmo não sente o Amor de Deus e, por isso, não tem motivação para amar o seu próximo. É com o amor do Pai, do Filho e do Espírito Santo que nós amamos a nós mesmos e, com efeito, a todas as pessoas. - Para você o que é amar a si mesmo? - Você ama a si mesmo?  - Você tem cumprido a Lei de Deus? – Você acha que exortar, admoestar é também, amar?”

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🍞🍇 *Evangelho - Mateus 18, 15-20*

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 _Aleluia, aleluia, aleluia._

_O Senhor reconciliou o mundo em Cristo, confiando-nos sua Palavra; a Palavra da reconciliação, a Palavra que hoje, aqui, nos salva. *(cf. 2Cor 5, 19)*._

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 *Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo✝ segundo São Mateus.*

Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos: 15“Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, a sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão. 16Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. 17Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja. Se nem mesmo à Igreja ele ouvir, seja tratado como se fosse um pagão ou um pecador público. 18Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. 19De novo, eu vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isso lhes será concedido por meu Pai que está nos céus. 20Pois, onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí, no meio deles”.

 *Palavra da Salvação.*

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↪ *REFLEXÃO*

 *“Como e quando corrigir?”*

“Neste 23º Domingo do Tempo Comum, a Igreja proclama o Evangelho de São Mateus, capítulo 18, versículos de 15 a 20, que faz parte do sermão eclesiástico, no qual o Senhor dá várias orientações a seus discípulos, isto é, aos membros de sua Igreja. São ensinamentos dirigidos não somente aos Apóstolos, mas aos fiéis de todos os tempos e lugares. O tema central do Evangelho deste domingo é a correção fraterna, quer dizer, o modo como devemos agir com um irmão que é culpado de determinada falta. O objetivo da correção não é tanto demonstrar culpas quanto ganhar almas, ou seja, contribuir para a conversão e salvação dos pecadores. Antes de tudo, deve-se procurar o irmão pessoalmente: “Se teu irmão pecar, vai corrigi-lo, mas em particular, a sós contigo”. Se ele ouvir, “tu ganhaste o teu irmão”; se não ouvir, devem-se tomar duas ou três testemunhas. Se ele ainda assim permanecer obstinado, o caso deve ser levado à Igreja. A correção começa, portanto, de maneira privada e fraterna, só recorrendo a medidas mais severas se as anteriores não surtirem efeito. O objetivo, porém, é o mesmo: trazer de volta o irmão que se perdeu. Há manuscritos em que o versículo 15 do capítulo 18 do Evangelho de São Mateus não contém a expressão “contra ti”, de maneira que o conselho teria uma aplicação mais universal: “Se teu irmão pecar”. É um detalhe importante, uma vez que a caridade não permite que nos ocupemos apenas do que prejudica exclusivamente a nós. Não só podemos como, em certas circunstâncias, até devemos corrigir um irmão, ainda quando o seu pecado não nos atinja de modo direto. O que importa, no fundo, é o bem espiritual dele. Outro elemento essencial à reta compreensão do texto deste domingo é o fato de Jesus instruir não ao que é corrigido, mas ao que corrige. O que propriamente está em questão não é o que temos de fazer para que o outro se emende de fato — isso, no fim das contas, depende mais dele do que de nós —, mas quais devem ser nossas disposições interiores para corrigir sem cairmos nós mesmos em pecado. A correção fraterna exige que nos purifiquemos da impaciência, da ira, da soberba, do desejo de ter razão e de nos impor aos demais. O Evangelho, nesse sentido, é profundamente pedagógico. Um excelente comentário prático a essa passagem se encontra em uma carta circular atribuída a São João Bosco acerca dos castigos nas casas salesianas [1]. Não obstante as controvérsias sobre a autoria e historicidade do texto — que são apresentadas no estudo desenvolvido por Dom José Manuel Prellezo [2] —, a pedagogia nela contida dá voz a princípios típicos do método de Dom Bosco, cuja preocupação primária, aqui, é ensinar os educadores a corrigir sem converter a correção mesma em ocasião de pecado. Nesse sentido, Dom Bosco observa que é mais fácil castigar por impaciência e irritação do que castigar com firmeza e benignidade. Ferida pelo pecado, a natureza humana tem forte inclinação ao mal, e isso vale tanto para o educando como para o educador. Quem corrige deve, antes, reconhecer suas próprias desordens. A correção, quando é motivada pela ira, pela vingança ou pelo desejo de humilhar, perde o caráter educativo. Por isso, antes de corrigirmos os outros, temos de corrigir a nós mesmos e pôr em ordem o nosso próprio coração. Jesus manda que se corrija primeiro o irmão a sós, ideia que Dom Bosco exprime com a fórmula in camera caritatis, “no quarto da caridade”. O princípio é simples: trata-se de não humilhar em público a quem se pode corrigir em privado. A exposição pública tende a fechar o coração do culpado, ao passo que a conversa reservada permite uma correção paternal e caridosa. A repreensão pública pode, é claro, ser necessária quando há um escândalo público ou o dever de proteger ou reparar um bem comum. Além disso, São João Bosco insiste na ideia de que devemos corrigir “com afeto e doçura”. O coração humano pode ser comparado a uma cidade fortificada. Quem nela entra por violência pode até conquistar, mas às custas de destruí-la. Para tê-la inteira e intacta, a melhor estratégia é conquistar-lhe a confiança. Quem se sente amado e respeitado costuma estar mais disposto a ouvir uma correção. Eis por que a verdadeira autoridade não se impõe pelo medo, mas principalmente pelo amor. Pois bem, há duas formas viciosas de responder ao erro. A primeira é por excesso, isto é, por inclemência no punir, a qual é tanto mais grave quanto mais a dominam a ira e a violência. A segunda é por defeito, isto é, por indiferença ao erro e ao perigo espiritual que ele representa tanto para o pecador que o cometeu quanto para os cristãos que o presenciaram. A caridade cristã é incompatível com esses dois extremos. Se não se deve castigar com crueldade nem por simples vingança, tampouco se deve abandonar a quem precisa ser corrigido, por seu próprio bem. Dom Bosco nos recorda também de uma regra de São Francisco de Sales: não proferir palavra alguma enquanto o coração estiver tomado pela ira. Nem toda falta requer uma reprimenda imediata. Muitas vezes, há que recuperar a serenidade, além de pedir a Deus a graça de agir como convém. A correção, para ser eficaz e reta em si mesma, há de transmitir seriedade e firmeza, não descontrole. Com efeito, não pode educar o outro quem antes não educou a si mesmo. São João Bosco observa ainda que os educadores mais intransigentes com os outros são, na maioria das vezes, os menos rigorosos consigo mesmos. Por isso, quem deseja saber mandar deve primeiro saber obedecer. A verdadeira autoridade nasce antes do autodomínio e do exemplo. E isso vale para pais, professores, superiores e também para todos aqueles que têm alguma responsabilidade sobre outras pessoas. Se as primeiras conversas em particular forem em vão, recorra-se, diz Nosso Senhor, a duas ou três testemunhas, princípio que Dom Bosco aplicava recorrendo a quem tivesse maior influência positiva sobre o corrigido, sobretudo se fosse pessoa pela qual este tivesse estima e na qual confiasse. Assim, a correção deixa de ser uma disputa graças à mediação de uma influência capaz de favorecer a mudança. A pedagogia de Dom Bosco, sem ser contrária a toda e qualquer forma de punição, tem nenhum apreço por castigos físicos e repudia os que são motivados pela paixão. As medidas disciplinares, quando necessárias, hão de ser proporcionais e graduais, de modo que, antes de uma punição severa, convém uma medida mais branda: um olhar severo ou triste, uma advertência ou a privação temporária de alguma atividade. Tudo deve ser feito com moderação e com finalidade educativa. Afinal, não é o castigo um fim em si, mas deve estar a serviço da formação do caráter. Há casos em que, apesar das advertências, o outro permanece obstinado no erro, e seu comportamento causa grave escândalo. Nesses casos, podem ser necessárias medidas severas, incluindo a expulsão da comunidade. Dom Bosco recomenda que isso seja feito procurando preservar sua honra tanto quanto possível. Vê-se no Evangelho esse mesmo princípio quando o Senhor determina que, fracassadas as tentativas anteriores, se trate o contumaz “como um pagão ou um pecador público”. No âmbito da disciplina eclesiástica, aplica-se tal princípio em forma de excomunhão. A excomunhão não deve ser compreendida como vingança ou expulsão definitiva. Sua finalidade é sobretudo medicinal, protegendo do escândalo a comunidade cristã e induzindo o responsável a examinar a própria consciência e buscar a reconciliação. Bem aplicada, a disciplina da Igreja procura, ao mesmo tempo, o bem do corpo eclesial e a salvação individual do pecador. A finalidade, repitamos, é “ganhar o irmão”, expressão que resume toda a passagem do Evangelho. Nesse sentido, a correção fraterna não busca satisfazer à necessidade de provar que se tem razão. Também não se trata de descarregar a raiva nem de demonstrar superioridade moral. O objetivo, mais uma vez, é ganhar o irmão. Por isso, antes de corrigir, precisamos perguntar se estamos procurando o bem dele ou apenas reagindo por indignação. De fato, o Evangelho nos chama antes de tudo à conversão. Por isso, quando tivermos de corrigir alguém, examinemos primeiro nossas paixões. Estamos irritados? Queremos humilhar? Buscamos vingança? Pretendemos impor nossa vontade? Ou desejamos deveras a conversão e o bem do outro? Só de coração pacificado é que podemos exercer uma autoridade verdadeiramente cristã. Em síntese, Jesus nos indica neste domingo o caminho do equilíbrio no que se refere à correção fraterna: nem de indiferença ao pecado, nem de violência contra o pecador. Corrigir, sim, mas primeiro em particular; com firmeza, mas sem cólera; com medidas disciplinares, mas sempre com finalidade medicinal e pedagógica. Em casos graves, a própria Igreja pode valer-se de sanções severas, como a excomunhão, visando à proteção dos fiéis e à conversão do culpado. A lição prática de hoje, no fundo, é esta: quem corrige cuide primeiro de corrigir-se, tendo em si mesmo as virtudes que deseja e espera ver no outro. Nossa correção poderá, assim, cumprir o que Jesus deseja: “Ganhaste o teu irmão” (Mt 18, 15).”

*_Comentário do Evangelho: Pe. Paulo Ricardo (https://padrepauloricardo.org/)_

*_Outros Comentários: Helena Serpa (Blog: https://https://blogdasagradafamilia.blogspot.com/)_


📆 *05 de Setembro de 2026 (Sábado)*

 📆 *05 de Setembro de 2026 (Sábado)*

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*SÁBADO DA XXII SEMANA DO TEMPO COMUM* (Verde)*  

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😇 *Santos do dia* 

SS. ACONTO, NONO, HERCULANO E TAURINO, MÁRTIRES DE PORTO ROMANO / SANTA MADRE TERESA DE CALCUTÁ / LOURENÇO JUSTINIANO, BERTINO E EUDÓCIO.

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⛪ *Antífona de entrada:*

Piedade de mim, ó Senhor, porque clamo por vós todo o dia! Ó Senhor, vós sois bom e clemente, sois perdão para quem vos invoca. *(Cf. Sl 85, 3. 5)*

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☀ *Oração da Coleta*

Deus onipotente, fonte de todo dom perfeito, semeai em nossos corações o amor ao vosso nome e, estreitando os laços que nos unem convosco, fazei crescer em nós o que é bom e guardai com amorosa solicitude o que nos destes. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

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📖 *1a Leitura - 1 Coríntios 4, 6b-15*

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✉ Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.

6bIrmãos, apliquei essa doutrina a mim e a Apolo, por causa de vós, para que o nosso exemplo vos ensine a não vos inchar de orgulho, tomando o partido de um contra outro, e a “não ir além daquilo que está escrito”. 

7Com efeito, quem é que te faz melhor que os outros? O que tens que não tenhas recebido? Mas, se recebeste tudo que tens, por que, então, te glorias, como se não o tivesses recebido?

8Vós já estais saciados! Já vos enriquecestes! Sem nós, já começastes a reinar! Oxalá estivésseis mesmo reinando, para nós também reinarmos convosco! 

9Na verdade, parece-me que Deus nos apresentou, a nós apóstolos, em último lugar, como pessoas condenadas à morte. Tornamo-nos um espetáculo para o mundo, para os anjos e os homens. 

10Nós somos os tolos por causa de Cristo, vós, porém, os sábios nas coisas de Cristo. Nós somos os fracos; vós, os fortes. Vós sois tratados com toda a estima e atenção, e nós, com todo o desprezo.

11Até a presente hora, padecemos fome, sede e nudez; somos esbofeteados e vivemos errantes; 

12fadigamo-nos, trabalhando com as nossas mãos; somos injuriados, e abençoamos; somos perseguidos, e suportamos; 

13somos caluniados, e exortamos. Tornamo-nos como que o lixo do mundo, a escória do universo, até ao presente.

14Escrevo-vos tudo isto, não com a intenção de vos envergonhar, mas para vos admoestar como meus filhos queridos. 

15De fato, mesmo que tivésseis dez mil educadores na vida em Cristo, não tendes muitos pais. Pois fui eu que, pelo anúncio do Evangelho, vos gerei em Jesus Cristo.

 *Palavra do Senhor.*

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↪ *1a Leitura - 1 Coríntios 4, 6b-15*

 *Reflexão - “Uma cota de sacrifício.”*

“Apesar de serem formados por Paulo e Apolo que se dedicavam a eles com zelo e cuidado, os fiéis de Coríntios, já estavam dando testemunho de incoerência no trato com as coisas espirituais.   Por terem crescido no conhecimento da doutrina eles chegavam até a humilhá-los e esnobar deles, que os conduziam no caminho de Deus. Havia discórdia e soberba no meio deles e Paulo, então, com sabedoria e propriedade abria-lhes os olhos para que enxergassem a sua arrogância mostrando-lhes todas as penúrias que estavam passando para que eles conhecessem a Jesus Cristo. Para nós que caminhamos no conhecimento de Deus fica o exemplo. Ninguém pode no serviço do reino considerar-se já muito especial, maduro e preparado. A qualquer momento podemos receber uma rasteira por causa da nossa fraqueza e da nossa humanidade frágil. Toda nossa capacidade vem do Senhor e no ofício a Deus é necessário muito mais esforço para que sejamos humildes, do que no serviço ao mundo. Na verdade, tudo o que realizamos no serviço do reino de Deus deve ser por amor a Cristo Jesus. Por isso, como os apóstolos, nós também precisamos nos desapegar das situações privilegiadas para ceder diante das pessoas a quem pretendemos apresentar Jesus Cristo. Coisas como padecer fome, sede e nudez, trabalhar com as mãos, ser injuriado, viver errante, ser perseguido, para abençoar, exortar para anunciar o Evangelho a toda criatura, devem fazer parte do nosso currículo. Mesmo que, literalmente, não passemos por todas essas provações nos cabe uma cota de sacrifício quando estamos a serviço do reino. Apesar de tudo, valerá o trabalho de gerar filhos em Jesus Cristo, pois é este o nosso chamado. – Como você tem servido ao reino de Deus? – Você tem enfrentado barreiras por causa da incompreensão das pessoas? – Você se revolta ou tem consciência de que isso faz parte do seguimento de Jesus? -  Quem é o seu referencial no serviço do reino? – Você se inspira mais nas pessoas humildes ou nas pessoas autossuficientes? – Você valoriza mais a uns do que aos outros?  - Vale a pena sofrer por Cristo?”

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📖 *Salmo - 144*

🗣 *O Senhor está perto de quem o invoca!”*

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1⃣ É justo o Senhor em seus caminhos, é santo em toda obra que ele faz. Ele está perto da pessoa que o invoca, de todo aquele que o invoca lealmente.🗣

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2⃣ O Senhor cumpre os desejos dos que o temem, ele escuta os seus clamores e os salva. O Senhor guarda todo aquele que o ama, mas dispersa e extermina os que são ímpios.🗣

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3️⃣ Que a minha boca cante a glória do Senhor e que bendiga todo ser seu nome santo desde agora, para sempre e pelos séculos.”🗣

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 ↪ *Salmo - 144*

 *Reflexão* - “O Senhor está muito perto de quem O invoca, de quem O louva, de quem O adora, de quem espera Nele. Temer ao Senhor é ter por Ele respeito e amor. Quem assim proceder terá atendido os desejos do seu coração e escutado os seus clamores, porque o Senhor guarda todo aquele que o ama. O Senhor está muito perto de você! Cante este salmo com alegria e perceba se realmente você está sentindo esta proximidade de Deus na sua vida.”

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🍞🍇 *Evangelho - Lucas 6, 1-5*

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 _Aleluia, aleluia, aleluia._

_Sou o Caminho, a Verdade e a Vida: ninguém vem ao Pai, senão por mim. *(Jo 14, 6)*_

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 *Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo✝ segundo São Lucas.*

Num sábado, Jesus estava passando através de plantações de trigo. Seus discípulos arrancavam e comiam as espigas, debulhando-as com as mãos. 

2Então alguns fariseus disseram: “Por que fazeis o que não é permitido em dia de sábado?”

3Jesus respondeu-lhes: “Acaso vós não lestes o que Davi e seus companheiros fizeram, quando estavam sentindo fome? 

4Davi entrou na casa de Deus, pegou dos pães oferecidos a Deus e os comeu, e ainda por cima os deu a seus companheiros. No entanto, só os sacerdotes podem comer desses pães”. 

5E Jesus acrescentou: “O Filho do Homem é senhor também do sábado”.

 *Palavra da Salvação.*

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↪ *REFLEXÃO*

 *”Tempo para Deus, uma necessidade espiritual.”*

“No Evangelho de hoje, de forma especial, Jesus fala do dia de sábado — e, sendo hoje sábado, é importante compreendermos o significado dessa prescrição do Antigo Testamento, que deveria ser observada neste dia, mas que, com o Novo Testamento e a Ressurreição de Cristo, passamos a cumprir no domingo, o dia do Senhor — dies Domini, em latim. Trata-se, em essência, de reservar um tempo para Deus. A realidade inquestionável do preceito de “guardar o sábado”, isto é, do terceiro Mandamento, está no fato de que existe nele, em primeiro lugar, uma lei natural: todo ser humano deve compreender que precisa dedicar um tempo para Deus. Entretanto, nós, cristãos, temos muito mais consciência de que o nosso tempo deve ser para o divino Esposo, Jesus Cristo. Nosso Senhor, na conclusão do Evangelho, diz que “o Filho do Homem”, ou seja, Ele próprio, “é Senhor também do sábado”. Isso pode ser interpretado em vários níveis, mas, em seu sentido mais profundo, significa que Ele é a razão do sábado. Guardar esse tempo significa estar com Ele, permanecer em sua presença e unir-se a Ele como a esposa deseja unir-se ao mais amoroso dos esposos. Qualquer pessoa que namora ou é casada sabe que amar significa investir tempo. Não adianta, por exemplo, um pai de família dizer depois de um longo dia de trabalho: “Ah, agora quero descansar, ficar sozinho e me trancar no quarto”. Afinal, sendo casado, é necessário reservar um tempo à esposa e aos filhos, pois o amor exige presença. Nesse contexto, Jesus é o Esposo de todas as almas que são convidadas por Ele a estar mais próximas e, por isso, precisamos dar o nosso tempo a Ele. Podemos aplicar essa verdade do Evangelho também ao nosso país. Nós, católicos brasileiros, que conhecemos a nossa altíssima vocação, precisamos compreender que uma das coisas mais importantes que podemos fazer pelo bem de nosso país e pelo bem comum é rezar, estando unidos a Jesus e pedindo misericórdia pelo Brasil e por nossas famílias, para que Deus, em sua compaixão, preserve-nos dos males e dos castigos que sabemos merecer. Diante disso, não podemos ignorar nossa vocação e tentar “nos livrar de Deus”, cumprindo o mais rápido possível a obrigação da oração. Ora, além de essa ser uma atitude de quem não se importa com Jesus, o 3º Mandamento nos recorda justamente o contrário: Deus quer estar conosco e deseja que dediquemos tempo a isso. E a vocação de estar com Cristo e de oferecer-lhe um tempo de amor tem repercussões para o bem comum. No Antigo Testamento, as cidades condenadas de Sodoma e Gomorra poderiam ter sido poupadas se nelas houvesse justos que invocassem a misericórdia de Deus. Assim também acontece com o Brasil e com o nosso mundo: precisamos de almas que tenham vida de oração, permaneçam unidas a Cristo e implorem a misericórdia divina. Pois Deus quer nos salvar, mas não quer nos salvar sem a nossa cooperação. Como dizia Santo Agostinho: “Aquele que te criou sem ti, não te salvará sem ti”.”

*_Comentário do Evangelho: Pe. Paulo Ricardo (https://padrepauloricardo.org/)_

*_Outros Comentários: Helena Serpa (Blog: https://https://blogdasagradafamilia.blogspot.com/)_


quarta-feira, 2 de setembro de 2026

📆 *04 de Setembro de 2026 (6a Feira)*

  📆 *04 de Setembro de 2026 (6a Feira)*

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*SEXTA-FEIRA DA XXII SEMANA DO TEMPO COMUM* (Cor Verde) 

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😇 *Santos do dia* 

S. MOISÉS, LEGISLADOR E PROFETA / S. BONIFÁCIO I, PAPA / S. MARINO, EREMITA / S. ROSÁLIA, VIRGEM DE PALERMO / VITALÍCIO 


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⛪ *Antífona de entrada:*

Piedade de mim, ó Senhor, porque clamo por vós todo o dia! Ó Senhor, vós sois bom e clemente, sois perdão para quem vos invoca. *(Cf. Sl 85, 3. 5)*

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☀ *Oração da Coleta*

Deus onipotente, fonte de todo dom perfeito, semeai em nossos corações o amor ao vosso nome e, estreitando os laços que nos unem convosco, fazei crescer em nós o que é bom e guardai com amorosa solicitude o que nos destes. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

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📖 *1a Leitura - 1 Coríntios 4, 1-5*

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✉ Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.

Irmãos, 1que todo o mundo nos considere como servidores de Cristo e administradores dos mistérios de Deus. 

2A este respeito, o que se exige dos administradores é que sejam fiéis. 

3Quanto a mim, pouco me importa ser julgado por vós ou por algum tribunal humano. Nem eu me julgo a mim mesmo. 

4É verdade que a minha consciência não me acusa de nada. Mas não é por isso que eu posso ser considerado justo. 

5Quem me julga é o Senhor. Portanto, não queirais julgar antes do tempo. Aguardai que o Senhor venha. Ele iluminará o que estiver escondido nas trevas e manifestará os projetos dos corações. Então, cada um receberá de Deus o louvor que tiver merecido.

 *Palavra do Senhor.*

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↪ *1a Leitura - 1 Coríntios 4, 1-5*

 *Reflexão - “Perseverança na missão.”*

“Enquanto caminhamos aqui na terra como seguidores de Cristo, somos convocados (as) ao serviço do reino dos céus como administradores dos mistérios de Deus. A fidelidade é a nossa carteira de identidade de servidores do reino de Deus aqui na terra. Por isso, é importante que perseveremos na nossa missão de seguidores de Cristo sem fazer deduções precipitadas sobre o nosso julgamento. Precisamos manter a nossa consciência tranquila fazendo a parte que nos cabe, como nos ensina São Paulo. Só Deus tem capacidade para nos julgar porque conhece o que está escondido nos nossos corações e sabe das nossas intenções. É Ele quem iluminará o que estiver escondido nas trevas dos nossos corações, manifestando os projetos que nos concedeu. Cada um de nós receberá de Deus o louvor que tiver merecido. Enquanto aqui estamos nos é dada a oportunidade de crescer e colocar em prática aquilo que o Senhor nos faz desejar. A nossa única preocupação, portanto, deverá ser a busca da vontade de Deus para as nossas realizações. A fidelidade, a perseverança e a confiança nos juízos do Senhor são as colunas que nos manterão firmes como servidores de Cristo e administradores do reino dos céus aqui na terra. – Você já aceitou o chamado para servir a Jesus administrando os mistérios de Deus? – Como está a sua consciência em relação às suas ações? – Você guarda algum sentimento de culpa? – Você se mantém fiel e confiante como servidor (a) de Cristo?”

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📖 *Salmo - 36*

🗣 *A salvação de quem é justo vem de Deus.”*

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1⃣ Confia no Senhor e faze o bem, e sobre a terra habitarás em segurança. Coloca no Senhor tua alegria, e ele dará o que pedir teu coração.🗣

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2⃣ Deixa aos cuidados do Senhor o teu destino; confia nele, e com certeza ele agirá. Fará brilhar tua inocência como a luz, e o teu direito, como o sol do meio-dia.🗣

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3️⃣ Afasta-te do mal e faze o bem, e terás tua morada para sempre. Porque o Senhor Deus ama a justiça, e jamais ele abandona os seus amigos.”🗣

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4️⃣ A salvação dos piedosos vem de Deus; ele os protege nos momentos de aflição. O Senhor lhes dá ajuda e os liberta, defende-os e protege-os contra os ímpios, e os guarda porque nele confiaram.🗣

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 ↪ *Salmo - 36*

 *Reflexão* - “O salmista nos garante que a salvação dos piedosos vem de Deus e nos aconselha a confiar no Senhor colocando Nele a nossa alegria, porque assim, Ele dará o que pedir nosso coração. Piedoso (a) é aquele (a) que confia no Senhor, faz o bem e deixa seu destino entregue nas mãos de Deus. O Senhor nunca abandona os seus amigos e é amigo de Deus quem se afasta do mal e faz o bem, por isso terá a sua morada para sempre. Portanto, a confiança que tivermos no Senhor se constituirá em justiça em nosso favor.”

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🍞🍇 *Evangelho - Lucas 5, 33-59*

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 _Aleluia, aleluia, aleluia._

_Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue não caminha entre as trevas, mas terá a luz da vida. *(Jo 8, 12)*_

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 *Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo✝ segundo São Lucas.*

Naquele tempo, 33os fariseus e os mestres da Lei disseram a Jesus: “Os discípulos de João, e também os discípulos dos fariseus, jejuam com frequência e fazem orações. Mas os teus discípulos comem e bebem”. 

34Jesus, porém, lhes disse: “Os convidados de um casamento podem fazer jejum enquanto o noivo está com eles? 

35Mas dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, naqueles dias, eles jejuarão”.

36Jesus contou-lhes ainda uma parábola: “Ninguém tira retalho de roupa nova para fazer remendo em roupa velha; senão vai rasgar a roupa nova, e o retalho novo não combinará com a roupa velha. 

37Ninguém coloca vinho novo em odres velhos; porque, senão, o vinho novo arrebenta os odres velhos e se derrama; e os odres se perdem. 

38Vinho novo deve ser colocado em odres novos. 

39E ninguém, depois de beber vinho velho, deseja vinho novo; porque diz: o velho é melhor”.

 *Palavra da Salvação.*

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↪ *REFLEXÃO*

 *”Voltemos à antiga fidelidade!”*

“O Evangelho de hoje começa com uma controvérsia e indagação dos fariseus e mestres da lei, que começam a se perguntar quem é esse Jesus que tem um grupo de discípulos e age de forma tão diferente. Então eles perguntam: “Por que é que os discípulos de João jejuam, e os teus discípulos não jejuam?” Jesus começa a resposta com uma metáfora que, à primeira vista, parece simplesmente pedagogia, um dizer assim: “Ah, quem está na festa de casamento não faz jejum”, mas que tem dentro de si o núcleo verdadeiro de todo o Evangelho. É uma coisa impressionante: Jesus se identifica como o Esposo. Se nós formos ao Antigo Testamento, iremos ver que o próprio Deus se identificou como o Esposo. Desde o tempo dos profetas, Deus se apresenta como o Esposo, e o povo, a esposa que nem sempre corresponde ao seu amor. Pois bem, Jesus é o Esposo na festa de casamento. Que casamento é este? O casamento é esta união, comunhão e unidade entre Deus e a humanidade. De certa forma, podemos dizer que Jesus não é somente o Esposo; na verdade, Ele é o casamento em pessoa porque, na sua divina pessoa, estão unidos Deus e o homem, porque Ele é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem nesta unidade. Mas também nós somos chamados a estar nessa dinâmica de casamento e de esposo. Quando se diz que o Evangelho é o Evangelho do amor porque Deus é amor, ninguém se assusta com isso porque estamos acostumados; mas ninguém pára para pensar no que é verdadeiramente o amor. Ou seja: o amor não é somente querer o bem da pessoa. Quando eu assisto a um jogo de futebol, quero o bem daquele time, por isso estou torcendo; mas eu não quero me unir àquele time como a esposa quer se unir ao Esposo. É próprio do amor querer esta união, querer esta comunhão, esta intimidade. Faz parte do amor que o amado se regozije, na união com o amante. Eis aí, Deus é aquele que nos ama, e Ele quer se unir a nós. Essa é a vontade dele. Mas o que acontece é o seguinte: nós precisamos ouvir esses seus apelos para nos unir a Ele. Infelizmente, nem sempre estamos na sua presença, e é aqui que está a chave de leitura do episódio de hoje. Quando o Esposo nos é tirado, nós jejuamos, ou seja, o pecado faz com que nós nos afastemos deste Deus que nos ama. O pecado mata a caridade em nós, mata o amor dentro de nós. Quando eu peco gravemente o Esposo me é tirado, então é necessário fazer penitência, é necessário se arrepender e jejuar, é necessário mudar de vida porque o Esposo me foi tirado. Quando pecamos, estamos todos na mesma situação de Maria Madalena na manhã da ressurreição, lá no jardim perto do túmulo de Cristo: “Tiraram o meu Senhor e não sei onde o colocaram”. Então, nós precisamos mudar de vida, fazer penitência, voltar atrás, como o filho pródigo que volta para a casa do pai; mas, mais do que o filho pródigo, como a esposa prostituída que volta para a fidelidade do marido. Assim, todos nós somos, de alguma forma, Maria Madalena. Nós, que um dia estivemos na festa de casamento com o Esposo lá no Batismo, quando nos unimos a Cristo, por causa do pecado nos tornamos a esposa prostituta que precisa voltar atrás, porque o Esposo nos foi tirado pelo nosso pecado. Façamos jejum, voltemos a Ele, queiramos nos unir ao Esposo.”

*_Comentário do Evangelho: Pe. Paulo Ricardo (https://padrepauloricardo.org/)_

*_Outros Comentários: Helena Serpa (Blog: https://https://blogdasagradafamilia.blogspot.com/)_


📆 *07 de Setembro de 2026 (2a Feira)*

   📆 *07 de Setembro de 2026 (2a Feira)* _ _ _ _ _ _ *SEGUNDA-FEIRA DA XXIII SEMANA DO TEMPO COMUM* (Cor verde)*   _ _ _ _ _ _ 😇 *Santos d...